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quinta-feira, 16 de julho de 2015

ESQUISITICES MASCULINAS

Ontem, 15 de julho foi "comemorado(?)" o Dia Internacional do Homem. Isto mesmo, nós também temos o "nosso dia" e muitos de nós nem sabe dele. Longe, mas muito distante mesmo de ser lembrado como o Dia das Mulheres, a data passa batido pela maioria absoluta dos mortais. Pois bem, aproveitando a data (atrasado, diga-se), fiz uma pesquisa sobre nosso corpo e descobri coisas bem interessantes. Quem disse mesmo que as mulheres são "esquisitas"?

Com o passar das décadas, alguns conceitos a respeito do organismo masculino ficaram tão estigmatizados que poucas pessoas ainda procuram pesquisá-los. Mas a medicina moderna sente uma necessidade renovada de descobrir mais a fundo alguns quesitos a respeito do homem: características curiosas podem ser encontradas nas facetas física e psicológica dos pais, filhos e maridos pelo mundo. É um estranho fato que faz com que os detalhes e mistérios da anatomia feminina geram mais interesse e especulações. 

Pois bem, o propósito desse artigo é revelar 10 fatos um tanto pitorescos do nosso corpo. Não só as mulheres que são, digamos, “estranhas. Veja só:

1. Sêmen


Pouca gente pensa no sêmen como algo além do elixir da vida, mas a substância tem uma estrutura química muito interessante, composta do líquido seminal (os espermatozoides propriamente ditos) e o líquido prostático. Este é resultado da junção de fluídos de glândulas próximas à estrutura peniana. A substância é responsável por criar um ambiente à base de frutose e gorduras, no qual os espermatozoides podem nadar, e controla a acidez dos resíduos de urina e da genitália antes de uma relação sexual, além de lubrificar a glande (cabeça do pênis) nestas ocasiões. Para melhorar a qualidade do esperma (tornando-o inclusive mais nutritivo), o homem deve ingerir alimentos ricos em ômega-3. O peixe é o carro-chefe deste cardápio. E olha esta. Graças a uma cruel ironia da "mãe natureza", algumas mulheres são alérgicas ao esperma. Na maioria das vezes, apresentam irritação vaginal como consequência do ato, mas em alguns casos chega a haver até risco de vida para a portadora da alergia.

2. Hérnias


Muita gente sofre com variados e doloridos e tipos de hérnia, que nada mais são do que um deslocamento, uma protuberância involuntária de algum órgão. Os mais comuns, que atingem tanto homens quanto mulheres, ocorrem no fígado, estômago ou intestino, que incham subitamente como balões quando a pessoa faz algum esforço físico. Uma das modalidades, no entanto, é 25 vezes mais comum no sexo masculino: a hérnia inguinal. Poucas aulas de saúde sexual do ensino médio falam sobre o canal inguinal, uma estrutura de “cabos” que passa pela parede interior do abdômen e vai até os testículos. O tal canal, ao manifestar hérnia, se solta da estrutura que o prende e vai parar na virilha. O paciente sente um abaulamento (algo como sentir algo estranhamente frouxo dentro do corpo) na virilha, e sente dor ao fazer movimentos na região. Para corrigir, só com cirurgia.

3. Músculo Cremáster


O saco escrotal do homem é biforme: quando ele não está envolvido em ato sexual e a temperatura é amena, em geral ele é relaxado, e os testículos ficam na clássica posição "dependurada". Quando faz frio ou se o homem está na iminência de uma relação carnal, ele tem a estranha sensação de que o conjunto se torna mais firme, os testículos ficando mais próximos um do outro. O responsável por esse “aglutinamento” dos testículos é um músculo pouco estudado nas aulas de anatomia: o cremáster, que reveste a estrutura escrotal.

4. Prepúcio


Atualmente, a fama de pessoas que praticam a circuncisão recai sobre os judeus e muçulmanos, embora várias culturas tenham esse curioso hábito: quando nasce o menino, uma das primeiras coisas após o parto é a retirada da camada de pele que recobre a glande. Mas quais são, afinal, as diferenças entre um pênis com ou sem prepúcio? Pouca gente sabe, mas os médicos concordam que homens não circuncidados têm maiores riscos de contrair HIV, devido a uma camada de células no prepúcio que é especialmente vulnerável à contaminação. A circuncisão, segundo os especialistas, ajuda a proteger os seus adeptos da AIDS em cerca de 60%. Ponto para os que a fazem. Porém, há também a ideia de que pênis sem prepúcio são menos sensíveis. Ponto para os que não a fazem.

5. História da Circuncisão


Conforme dito no item anterior, a retirada da pele que reveste a glande não é exclusividade judaica e muçulmana. Os primeiros registros desta prática datam de 2.300 a.C., no Egito Antigo. Pinturas da época retratam cirurgiões operando a circuncisão em homens adultos, o que é menos comum atualmente. No contexto judaico, a prática da circuncisão tinha sérias implicações espirituais, pois simbolizavam o pacto firmado entre Deus e o homem. O próprio Jesus foi circuncidado. Até hoje a prática da circuncisão ainda sob o mesmo contexto espiritual, é realizada pelos judeus. Foi só no início do século XIX que a circuncisão passou a ser tratada como uma questão médica. Até a recente descoberta de que pode reduzir os riscos de AIDS, era atribuído à circuncisão a capacidade de curar comportamentos antissociais e até a paralisia. Por outro lado, acreditava-se que a ausência de prepúcio era responsável pelo declínio da libido nos homens. Nada disso jamais foi comprovado.

6. Lactação masculina


Se um homem tentar amamentar um bebê no peito, provavelmente vai produzir uma cena cômica e a criança certamente não será alimentada. Mas uma bizarra e pouca conhecida característica permite que os homens possam sim soltar leite pelos mamilos. Isso foi percebido pela primeira vez em 1995, quando um médico americano reparou que pacientes de câncer tratados com estrogênio passavam por um processo hormonal que levava à produção de leite. O corpo masculino, conforme se descobriu, pode ter lactação se estiver sob efeito de medicamentos muito fortes, como tranquilizantes e remédios de tarja preta, ou em casos de extrema fome, quando o organismo faz uma tentativa desesperada de produzir algum material nutritivo.

7. Flacidez X Ereção


Estudos afirmam que o pênis ereto fica entre duas e três vezes maior, em comprimento e diâmetro, do que o membro flácido. Os médicos concordam, no entanto, que não há como determinar exatamente o quanto uma ereção representa em acréscimo de tamanho. Alguns menores se “agigantam” surpreendentemente antes do ato sexual, enquanto outros um pouco mais compridos não experimentam grande crescimento no estado ereto. A maneira mais próxima de determinar o comprimento de um pênis em riste, segundo os doutores, é esticá-lo ao máximo quando flácido. E o tamanho do pênis é um mito no meio da machaiada (e também um detalhe “importante” para algumas poucas mulheres), entretanto, já foi comprovado cientificamente que o tamanho do pênis absolutamente em nada interfere no desempenho sexual do homem. E é conversa de botequim mesmo esta história de tamanho do pênis. Pois o prazer feminino concentra-se nas terminações nervosas concentradas nas extremidades da vagina e não na profundidade. Ou seja, o tal do “ponto G”, não está escondido em nenhuma “caverna profunda” que precisa ser “explorada” por um comprido ”mastro”. Se tem alguma coisa válida nessa história toda é largura do pênis e não o seu comprimento.

8. O "Ponto G" masculino


Nas mulheres, a busca pelo ponto corporal que proporciona o máximo prazer já mobilizou dezenas de estudos e estimulou a imaginação de milhões de namorados, maridos e amantes mundo afora. Mas será que o homem também teria em seu organismo um mecanismo equivalente? Aparentemente, sim. E quebra um dos maiores tabus da sexualidade moderna: estudos recentes indicam que o "Ponto G" masculino está na próstata, justamente o alvo da temida inserção com a microcâmera que povoa os pesadelos de homens de meia idade. Cientistas têm sido levados a acreditar que uma estimulação correta na próstata pode proporcionar ao homem um orgasmo incrível e totalmente diferente do que é experimentado na ejaculação. Mas, por favor, senhores, nada de correr do proctologista quando chegar sua hora de se submeter ao exame preventivo ao câncer de próstata, que é o um dos tipos de câncer que mais mata homens em todo o mundo. Afinal, você é um homem ou um rato? Está com medo de que? De gostar do "dedo do médico"?

9. Odores atrativos 


Homens fedem mais do que as mulheres? Sim, fedem. Tanto no suor quanto na urina, o corpo masculino tem maiores taxas de androsterona, que é produzida no fígado a partir da quebra da testosterona e tem a função de passar informações sobre o corpo a partir da liberação de odores. Mas não se trata apenas de cheiros ruins. Conforme apontam estudos recentes, a androsterona desempenha papel na atração sexual a partir de cheiros convidativos às mulheres, de maneira semelhante ao que ocorre com algumas plantas.

10. Gengivite


Tratar displicentemente seus dentes, deixando de passar o fio dental e escovando após cada refeição, já seria um problema grande o bastante se o único médico que você tivesse que visitar fosse o dentista. Mas os malefícios das doenças na gengiva podem influenciar outros males pelo corpo, conforme afirmam pesquisas recentes. Aparentemente, uma gengiva doente está relacionada a problemas no coração, diabetes, a temida artrite reumatóide e até disfunção erétil. Isto mesmo! Um dente mal cuidado pode fazer o homem “broxar”. Tais relações têm motivos diferentes, e ainda estão sendo investigadas. Independente do que descobrirem no futuro, contudo, é melhor você levantar agora e ir escovar os dentes.

Bom, estão aí algumas "esquisitices" que são privilégio exclusivo de nós homens. Fica como prova de que não são somente as mulheres a terem "segredinhos" estranhos em seus corpos. Uma coisa é certa, o Deus Criador em sua infinita sabedoria, acertou em cheio nas complexidades que diferem, definem e caracterizam cada um de nós, macho e fêmea, com mecanismos que se interagem perfeitamente no esplendor da geração (Salmo 139). Louvado seja o Senhor!

[Fonte: Hype Science]

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