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💣Bomba!💥
O ator Juliano Cazarré, aos 45 anos, assumiu sua bissexualidade!
Ele abandonou a esposa, com quem era casado há mais de uma década e os seis filhos.
Em entrevista a um portal especializado em fofocas de celebridades, Cazarré disse que tomou a decisão, após assistir no auditório de uma universidade pública, a uma palestra de um conhecido filósofo, que se define como um "boyceta" (identidade de gênero não-binária e transmasculina), "pansexual" (pessoa que se define como pansexual é alguém que sente atração sexual, romântica ou emocional por outras pessoas, independentemente do gênero ou identidade de gênero delas).
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Na entrevista reveladora, ao ser perguntado sobre os filhos, Cazarré disse ainda que
"é preferível que eles tenham um pai ausente, mas feliz e realizado, do que um pai presente, porém infeliz e frustrado."
Ele disse ainda ter rompido de vez com qualquer tipo de ligação com a chamada família tradicional conservadora, pois "ela é uma mentira fascista".
Cazarré também disse ter abandonado o cristianismo, pois descobriu que a "Bíblia é misógena, racista e homofóbica".
Resoluto e corajoso, Juliano Cazarré, ao lado do novo companheiro, em clima bem romântico, disse que "sair do armário" foi a atitude mais acertada que ele fez.
Cazarré, aproveitando a ocasião, anunciou que irá realizar, também no ginásio da mesma universidade pública, um evento intitulado
"O Leque e o Arco-íris — Treinando homens para saírem do armário e arrasar".
Após as revelações bombásticas e o anúncio do evento progressista, Juliano Cazarré recebeu o apoio maciço e aplausos de atores e atrizes globais.
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Nomes como os das atrizes Cláudia Abreu, Marjorie Estiano, Júlia Lemmertz, dos atores Paulo Betti, Henrique Diaz e do "humorista"(?) Fábio Porchat, lacradores nível master, postaram mensagens de admiração e parabenizando o colega por sua corajosa iniciativa.
Alguém duvida que se essa narrativa fosse verdadeira, Juliano Cazarré hoje estaria sendo ovacionado pela mídia especialista em lacração?
Pois é, mas graças a Deus, o texto acima é fictício, apenas fruto da minha fértil imaginação.
Agora vamos aos fatos
| Imagem: reprodução Instagram |
O posicionamento e o curso ministrado pelo ator Juliano Cazarré, não mata mulheres.
O ator Juliano Cazarré, nascido em 24 de setembro de 1980, na cidade de Pelotas, Rio Grande do Sul, é amplamente conhecido por seus papéis em novelas de sucesso — sua mais recente participação foi como o personagem Jorginho Ninja, um bandido regenerado pela fé, na novela "Três Graças" (de Agnaldo Silva, Globo, 21h, 2025/26, desempenho, aliás, muito elogiado) — e por sua grande família, sendo pai de seis filhos (um deles especial) com sua esposa, a estilista, jornalista, bióloga e influenciadora digital Letícia Cazarré (41 a), com quem está casado há 14 anos.
Ele convidou homens para um curso sobre as responsabilidades de ser um bom marido e um pai presente na vida dos filhos, com conteúdo baseado nos princípios e valores cristãos.
O curso intitulado "O Farol & a forja" é voltado para debates com especialistas sobre masculinidade, família e paternidade.
Em seus discursos para promoção do evento, Cazarré diz
"Você Homem, honre sua mulher, sua família, assuma esta responsabilidade, dê o seu melhor para seus filhos, busque ajuda em Deus..."
A esquerda o chama de que? "Macho escroto!"
| Imagem: reprodução da internet |
Segundo os críticos de esquerda, ao promover um curso sobre a importância paterna, ele desqualificou as relações homoafetivas.
Mentira! Imposição ideológica! É tudo em nome de ideologia esquerdista.
Juliano Cazarré toca num ponto sensível e importante da sociedade:
a ausência paterna. Mas isso acabou também revelando como esse tema pode ser rapidamente interpretado de forma polarizada.
Vamos aos fatos sem ideologias.
| Imagem: reprodução redes sociais |
diferentes formas de cuidado, autoridade, escuta, afeto e construção de identidade.
Isso são dados observado em áreas como a Psicologia do Desenvolvimento.A convivência com figuras parentais diversas pode enriquecer a formação emocional, social e até cognitiva de um filho.
Mas para alguns da esquerda, se tornou errado ou antiquado a figura de pai e mãe e o papel de cada um.
Aliás, para este polo político, a chamada família tradicional (ou conservadora) não está em linha com suas pautas ideológicas.
Entretanto, reconhecer esse valor não significa desqualificar outras formas de família.
Famílias homoafetivas, monoparentais, avós que criam netos, todas essas configurações podem oferecer um ambiente super saudável quando há presença REAL, responsabilidade e afeto.
O que estrutura uma criança não é apenas o formato da família, mas a qualidade dos vínculos.
Crianças precisam de adultos que estejam ali de verdade, que cuidem, orientem, protejam e amem.
O ponto levantado por Cazarré mira um outro problema, bem concreto: a ausência paterna.
No Brasil, milhões de crianças não têm o nome do pai na certidão, e muitas outras convivem com pais que, embora presentes biologicamente, são ausentes emocional e financeiramente.
Isso não é uma discussão ideológica: é uma realidade social com impactos diretos em indicadores de educação, renda e saúde mental.
Falar da importância do pai, nesse contexto, não é excluir outros modelos. É chamar atenção para uma responsabilidade que, historicamente, muitos homens evitam ou negligenciam.
Conclusão
A polêmica ainda está no ar e Juliano Cazarré segue firme e forte em seu objetivo, mesmo sabendo que isso com certeza lhe garantirá um lugar "na geladeira" da emissora onde trabalha e os ataques insanos de seus pares, cuja sobrevivência midiática está ideologicamente atrelada à lacração ideológica, ainda que sem base em um mínimo de plauzibilidade. mi
Penso que é honesto defender a importância da presença paterna.
Pai é fundamental , e isso não significa desqualificar outras formas de amor e família.
Para defender outros formatos familiares não é necessário atacar o modelo tradicional de pai e mãe, porque é uma forma real e importante.
Penso que é honesto defender a importância da presença paterna.
Pai é fundamental , e isso não significa desqualificar outras formas de amor e família.
Para defender outros formatos familiares não é necessário atacar o modelo tradicional de pai e mãe, porque é uma forma real e importante.
No fim, o que realmente faz diferença na vida de uma criança não é um modelo idealizado: é a presença concreta de quem decide ficar.
Antes de qualquer crítica (se for o seu caso), pergunte a si mesmo que tipo de mãe e pai é você.
E se for honesto consigo mesmo, talvez irá descobrir que há em você, muito mais falhas do que aquelas que critica nos outros.
E se for honesto consigo mesmo, talvez irá descobrir que há em você, muito mais falhas do que aquelas que critica nos outros.
Força! Vai fundo, Cazarré!💪🏿
Este artigo foi escrito em atendimento aos pedidos de muitos leitores/seguidores do blogue, para que eu me manifestasse acerca dessa polêmica.
- Por Leonardo Sérgio da Silva
Ao Deus Todo-Poderoso e Perfeito Criador, toda glória.
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E nem 1% religioso.
