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quarta-feira, 26 de setembro de 2018

ESPECIAL - IDEOLOGIA DE GÊNERO: UMA BIZARRA COLCHA DE RETALHOS UNIDOS COM OS FIOS DA INCERTEZA - 2

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Ideologia de Gênero na política


Projetos de Lei como o já arquivado PLC 122, propositura da deputada federal Iara Bernardi (PT/SP) em 2006, o PL 5002 de Jean Willys (PSOL/RJ) e Érica Kokay (PT/DF) em 2013 e o mais recente Estatuto da Diversidade Sexual proposto pela importante entidade OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e aceito para discussão no Senado Federal no último dia 26 de março, são só alguns exemplos do quanto os ideólogos do gênero estão trabalhando para garantir legalidade desta ideologia perante a nação brasileira. 

Pais e mães de família, cristãos conscientes em todo país, precisam se mobilizar, pressionar seus políticos eleitos e fazer firme oposição a estas tentativas infames de remover ou, no mínimo, confundir os bons costumes das famílias brasileiras além de pretender criminalizar a liberdade de expressão daqueles que são contrários a esta ideologia, taxando-os de preconceituosos.

Ideologia de Gênero na escola

A importância do papel dos pais


Os debates sobre ideologia de gênero há muito já extrapolaram os limites dos centros de ensino superior ou as manifestações artísticas de elites brasileiras. Agora os ideólogos do gênero pretendem ganhar um novo público que lhes parece promissor para sua agenda de reprogramação social e remoção dos valores tradicionais de sexualidade e família: as escolas de ensino básico. 

No Brasil, o debate sobre a ideologia de gênero se intensificou com a estruturação do Plano Nacional de Educação (PNE), em 2014. Neste caso, a proposta do Ministério da Educação (MEC) era incluir temas relacionados com a identidade de gênero e sexualidade nos planos de educação de todo o país. Como não contou com a aprovação do Congresso Nacional, o MEC enviou sua proposta para os municípios, a fim de que as câmaras de vereadores de cada cidade decidissem acatar ou não o PNE. 

Todavia, devido seu explícito teor de doutrinação das crianças este plano recebeu não poucas críticas e rejeição em todo país. Graças a Deus nosso país ainda é de maioria cristã, seja católica ou evangélica – embora não poucos adeptos de outras religiões e até ateus estejam também demonstrando grande insatisfação com a nefasta ideologia de gênero, especialmente por sua tentativa de "estupro intelectual" às nossas crianças!

Neste sentido, pais e mães devem redobrar a atenção para o que seus filhos estão aprendendo nas escolas. Dar uma olhada nos livros didáticos, conferir as atividades que os filhos levam para casa, participar das reuniões de pais e de planejamento escolar; estas são atribuições que os pais não podem mais negligenciar nem terceirizar! 

Afinal, já dizia o pedagogo e filósofo Mário Sérgio Cortella: a função de educar é prioritariamente da família; a escola deve escolarizar e somente secundariamente auxiliar as famílias na educação dos filhos (1), mas nunca abusando de suas atribuições para reverter uma legítima educação moral que a criança tem recebido em casa. 

Ensinar valores morais e religiosos – como nos garante a nossa Constituição – é dever dos pais! 
"Instrui a criança no caminho que deve andar...", 
ordena a Palavra de Deus aos pais (Provérbios 22:6). Escolas que pretendem fazer lavagem cerebral nas crianças, desfazendo a instrução doméstica no que tange aos valores morais, devem ser advertidas e levadas a juízo, é o que sugere o Procurador Regional da República Guilherme Schelb.

Ideologia de Gênero na mídia


Não mais surpreende ver como os programas da TV aberta brasileira estão dando exacerbada ênfase à ideologia de gênero. Há alguns canais específicos cujos programas já não se ocupam de outra coisa a não ser tentar fazer descer goela abaixo da população brasileira essa doutrinação, uma nova revolução sexual para o século 21. 

A cartada mais explícita foi dada com a exibição da novela "A Força do Querer" (2017), no horário nobre da Rede Globo de televisão. De autoria da novelista Glória Peres, famosa por discutir temas polêmicas nos enredos de suas tramas, a obra trazia a personagem Ivana, interpretada pela atriz Carol Duarte, que no decorrer da trama "se transforma" em Ivan, ao passar por um processo de transformação de gênero.

Sem dúvida a mídia possui grande força no adestramento cultural da sociedade, sobretudo quando artistas de renome se posicionam a favor desta ou daquela ideologia, arrastando após si multidões de fãs apaixonados que acriticamente recebem as influências comportamentais de seus ídolos. Aos cristãos que temem ao Deus da Bíblia, que pese a exortação do apóstolo João: 
"Amado, não sigas o mal, mas o bem. Quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal não tem visto a Deus" (3 João 1:11).

Agora, parece que a mídia ainda não aprendeu as desgraças que se seguiram às revoluções sexuais de 1960-1970, quando comportamentos estranhos aos padrões da sociedade foram aclamados naqueles "anos rebeldes". A sexualidade ilimitada e subversiva acarretou doenças incuráveis e mortes aos milhões em todo mundo, num curto espaço de tempo. Segundo texto assinado por Bárbara Axt, 
"Em 25 anos, o HIV [vírus da AIDS] matou 25 milhões de pessoas e está presente em outros 40 milhões [que estão sob tratamento médico para controlar a ação do vírus]. [A AIDS] É a segunda doença infecciosa que mais faz vítimas no mundo, logo atrás da tuberculose".
Segundo esta pesquisadora, em virtude da proliferação deste vírus mortal, 
"a revolução sexual dos anos 60 e 70 pisou no freio e deu lugar à era do 'sexo seguro', com a redução do número de parceiros e com o uso de preservativos" (2). 

Conclusão da segunda parte


Perceba: é indubitável que a falta de freio nos costumes sociais e nos comportamentos sexuais desembocará para uma verdadeira desordem biológica, social, familiar, etc. O homem precisa de limites e moderação, precisa de ordem e regras para conviver socialmente e garantir a perpetuação da espécie. 

Nesta moderação necessária certamente não há espaço para a tal infinidade de gênero ou de comportamento sexual pretendida pela Ideologia de Gênero! Não a toa o fruto do Espírito também é "temperança" ou "domínio próprio" (Gálatas 5:22) ou "autocontrole" como o Dicionário Vine diz ser preferível; palavra que no grego é egkrateia, que segundo a Concordância Strong significa alguém "que se domina, se controla, modera, restringe", ou seja é o auto controle de alguém que domina seus desejos e paixões, especialmente seus apetites sexuais.
  • Continua no próximo capítulo...
  • Escrevi mais sobre o tema ➫ aqui e ➫ aqui.
[Fonte: Gospel Prime; (1) Mário Sérgio Cortella - Confira a fala dele em que distingue educação e escolarização aqui: https://www.youtube.com/watch?v=0894Nl8wAF0; (2) Bárbara Axt - Confira o texto sobre a AIDS aqui: https://super.abril.com.br/saude/25-anos-de-aids/]

A Deus toda glória.
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E nem 1% religioso.

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