Imagem produzida por IA
Sim, trata-se de um vexame perder para a Noruega (mesmo com a maioria da imprensa tentando passar pano com eufemismos jornalísticos).
O simpático time do gigante Haaland deveria ter sido facilmente defenestrado por um Brasil criativo, muito superior e que gosta de jogar futebol em cada esquina.
Mas esse Brasil não entrou em campo. Talvez nem exista mais, quem sabe? Vamos a mais um capítulo da nossa série especial de artigos Pronto, Falei!
O Fim do Futebol Arte
Noruega impõe vexame histórico e elimina o Brasil da Copa de 2026
É tetra! O fim do jejum de 24 anos e o Brasil volta a conquistar um título de Copa do Mundo em 1994
NOVA JERSEY — O silêncio ensurdecedor que tomou conta do MetLife Stadium no último domingo, 5 de julho, não refletia apenas a eliminação precoce da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
A derrota por 2 a 1 para a Noruega representou o sepultamento definitivo de uma identidade futebolística.
Com o apito final, o Brasil não apenas deu adeus ao sonho do hexacampeonato, mas carimbou sua pior campanha em Mundiais desde 1990, escancarando a crise de um futebol que outrora dominou o planeta.
A derrota por 2 a 1 para a Noruega representou o sepultamento definitivo de uma identidade futebolística.
Com o apito final, o Brasil não apenas deu adeus ao sonho do hexacampeonato, mas carimbou sua pior campanha em Mundiais desde 1990, escancarando a crise de um futebol que outrora dominou o planeta.
Não é que tenha sido ruim: foi péssimo!
O roteiro do fiasco misturou apatia tática e preciosismo. O pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães no primeiro tempo cobrou o seu preço na etapa final, quando o brilho coletivo deu lugar ao desespero.
Sob o comando do implacável Erling Haaland, autor dos dois gols, a Noruega expôs a fragilidade emocional e o deserto de ideias da equipe dirigida por Carlo Ancelotti.
O gol de Neymar, nos acréscimos, foi o retrato melancólico de uma seleção que hoje depende de lampejos individuais e espasmos de orgulho para sobreviver.
Sob o comando do implacável Erling Haaland, autor dos dois gols, a Noruega expôs a fragilidade emocional e o deserto de ideias da equipe dirigida por Carlo Ancelotti.
O gol de Neymar, nos acréscimos, foi o retrato melancólico de uma seleção que hoje depende de lampejos individuais e espasmos de orgulho para sobreviver.
Muita mídia e nenhum futebol
Copa do Mundo 1958 | Brasil o Melhor do Mundo - Gazeta Esportiva (01/01/18)
Este Brasil de 2026, burocrático e previsível, parece ignorar o próprio passado. A mediocridade apresentada nos gramados norte-americanos contrasta violentamente com as eras de ouro onde a camisa amarela inspirava reverência.
Distante do futebol pragmático e assustado de hoje, o Brasil já foi sinônimo de excelência e representatividade técnica, construindo legados inesquecíveis em solo estrangeiro.
Distante do futebol pragmático e assustado de hoje, o Brasil já foi sinônimo de excelência e representatividade técnica, construindo legados inesquecíveis em solo estrangeiro.
Em 1958, na Suécia, o mundo testemunhou o nascimento do "Futebol Arte".
Diante dos donos da casa, um jovem Pelé (✰1940/✞2022) de 17 anos e o genial Garrincha (✰1933/✞1983) ditaram o ritmo de uma campanha irretocável.
Aquela seleção unia a ginga e a improvisação à eficácia, goleando os anfitriões por 5 a 2 na final e provando que era possível vencer com plasticidade e alegria.
Doze anos mais tarde, no México, o ápice da representatividade futebolística ganhou forma com a Seleção de 1970.
Considerado por especialistas o maior time de todos os tempos, o esquadrão liderado por Pelé, Tostão, Rivellino e Jairzinho encantou o planeta com um futebol ofensivo, dinâmico e coletivamente perfeito.
A goleada por 4 a 1 sobre a Itália na final foi a apoteose de um estilo de jogo que transformou o futebol em manifestação cultural.
Considerado por especialistas o maior time de todos os tempos, o esquadrão liderado por Pelé, Tostão, Rivellino e Jairzinho encantou o planeta com um futebol ofensivo, dinâmico e coletivamente perfeito.
A goleada por 4 a 1 sobre a Itália na final foi a apoteose de um estilo de jogo que transformou o futebol em manifestação cultural.
Mesmo quando precisou ser mais competitivo, o Brasil soube ditar as cartas.
Em 2002, na Coreia do Sul e no Japão, a Família Scolari aliou a solidez defensiva ao talento avassalador do trio "Os Três Rs" (Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho).
O Brasil sobrou na competição, venceu todos os sete jogos e conquistou o pentacampeonato mostrando autoridade, imposição física e genialidade nos momentos decisivos — características completamente ausentes no elenco atual.
Em 2002, na Coreia do Sul e no Japão, a Família Scolari aliou a solidez defensiva ao talento avassalador do trio "Os Três Rs" (Ronaldo, Rivaldo e Ronaldinho).
O Brasil sobrou na competição, venceu todos os sete jogos e conquistou o pentacampeonato mostrando autoridade, imposição física e genialidade nos momentos decisivos — características completamente ausentes no elenco atual.
A eliminação para a Noruega amplia um tabu histórico — o Brasil jamais venceu os noruegueses no futebol masculino — e estende o maior jejum de títulos mundiais da história do país, que completará 28 anos em 2030.
Mais do que a perda da taça, o vexame de 2026 deixa uma lição dolorosa: enquanto a Seleção Brasileira não resgatar a coragem, a criatividade e a imponência técnica que a consagraram no passado, o topo do mundo continuará sendo uma lembrança distante guardada em fitas de arquivo.
Mais futebol e menos mimimi
Mais do que a perda da taça, o vexame de 2026 deixa uma lição dolorosa: enquanto a Seleção Brasileira não resgatar a coragem, a criatividade e a imponência técnica que a consagraram no passado, o topo do mundo continuará sendo uma lembrança distante guardada em fitas de arquivo.
Mais futebol e menos mimimi
Brasil 4 x 2 Chile (show de Garrincha) ● Semifinal Copa do Mundo 1962 Gols e Melhores Momentos HD
Hoje os jogadores são milionários preocupados com marketing, manicure, adereços, ostentações e a cor da chuteira.
E o cabelo, claro, muitas vezes emulando as marcações do narcotráfico para cópia posterior da nossa tenra juventude, quando começa o processo de degradação e ruína do potencial humano. Esse Brasil não deveria gerar maiores expectativas de toda forma.
E o cabelo, claro, muitas vezes emulando as marcações do narcotráfico para cópia posterior da nossa tenra juventude, quando começa o processo de degradação e ruína do potencial humano. Esse Brasil não deveria gerar maiores expectativas de toda forma.
Um time costuma ter um ou dois craques. No caso dessa Copa, o nome foi o do mimizento Vini Jr.
Nunca ouvi tanto a palavra protagonista usada de forma bizarramente errada como nas transmissões tenebrosas dessa Copa.
Nunca ouvi tanto a palavra protagonista usada de forma bizarramente errada como nas transmissões tenebrosas dessa Copa.
O que se percebe é que um time que tem semelhante figura humana como estrela não pode estar destinado à glória.
O cara acerta algumas e faz alguns lances bonitos mas esse tipo de prestidigitação não costuma gerar grandes resultados nem estimula o time a ser o que costuma vencer, que é exatamente ser um time.
O cara acerta algumas e faz alguns lances bonitos mas esse tipo de prestidigitação não costuma gerar grandes resultados nem estimula o time a ser o que costuma vencer, que é exatamente ser um time.
O estilo ruim do sujeito tinha eco na reclamação do outrinho, que se indignou porque a Fifa não perguntou a ele se o calendário combinava com as suas férias. A audácia dessa elite branca!
Enquanto um líder se caracterizava pelo mimimi, o líder do outro lado atropelava seus adversários com vigor. E com efetividade. No futebol, não se perde gols feitos impunemente. E pênalti, convenhamos, é um gol feito. Foi lá bater um desconhecido porque o "líder" não tinha o que era necessário.
Perdemos, então. Lamentável, triste, mas nunca surpreendente. Ganhar uma Copa com esse time, com esse espírito, isso sim, seria surpreendente.
Por outro lado, a derrota se adequa à situação do Brasil. Sofrendo uma ditadura sinistra, sob o disfarce de uma democracia tão autêntica quanto os produtos da Shopee, com instituições tão podres quanto as nossas, seria a vitória um prêmio imerecido.
O ranking de mais um vexame histórico
O jogo do fracasso
1970: A Copa mais perfeita da seleção brasileira
- Pênalti Perdido
Ainda no primeiro tempo, com o placar em 0 a 0, o meio-campista Bruno Guimarães desperdiçou uma cobrança de pênalti defendida pelo goleiro norueguês Ørjan Nyland.
O carrasco — O atacante Erling Haaland foi o grande nome da partida, marcando os dois gols da Noruega no segundo tempo (um cabeceio aos 78 minutos e um chute de fora da área aos 89).
Gol de honra tarde demais — Neymar descontou para o Brasil, também de pênalti, nos acréscimos (aos 90+10 minutos), o que serviu apenas para amenizar o placar.
- Os Fatores do Vexame
A sina europeia — Essa derrota ampliou a crise histórica do Brasil contra seleções da Europa. É a sétima eliminação consecutiva em mata-matas para países europeus desde o título de 2002 (França em 2006, Holanda em 2010, Alemanha em 2014, Bélgica em 2018, Croácia em 2022 e Noruega em 2026).
Tabu mantido — O Brasil segue sem nunca ter vencido a Noruega na história do futebol masculino (agora acumulando cinco jogos, com três vitórias norueguesas e dois empates).
Críticas a Ancelotti — O técnico Carlo Ancelotti foi duramente contestado pela postura tática defensiva, falta de repertório coletivo e dependência de lampejos individuais. Apesar do desastre, a CBF manteve a renovação de contrato do treinador até 2030.
Maior jejum da história — Com a eliminação, o Brasil completará um hiato de pelo menos 28 anos sem vencer um Mundial (2002 a 2030), superando o antigo recorde negativo de 24 anos que ocorreu entre os títulos de 1970 e 1994.
Conclusão
Todos os Jogos do Brasil na Copa do Mundo 2002
Nesse momento, enquanto o povo chora essa derrota
E o novelo já se encontra, seguramente, desfiado e organizado para ações que deverão efetivamente enfraquecer a bandidagem brasileira.
Sem relação com o Congresso mais conservador da história, claro. Tudo ação externa, como só poderia ser mesmo.
— é lamentável ver cenas de crianças e adolescentes, que ainda não tiveram o prazer de ver o Brasil vencer uma Copa, chorando copiosamente por essa derrota, que um reflexo de todo o contexto do Brasil na atualidade —,gente graúda, que conheceu fugazmente o braço da lei na Lava-jato agora olha por cima dos ombros temendo que os americanos desfiem o novelo de relações espúrias dessa elite com o crime organizado.
E o novelo já se encontra, seguramente, desfiado e organizado para ações que deverão efetivamente enfraquecer a bandidagem brasileira.
Sem relação com o Congresso mais conservador da história, claro. Tudo ação externa, como só poderia ser mesmo.
Perdemos, e isso não faz grande diferença. Seria bom se pudéssemos extrair dessa pequena dor algum aprendizado mas duvido.
A evolução existe mas é lenta e seguirá lenta. Enquanto isso, sofrimento aqui dentro e esperança de justiça vinda de fora.
A evolução existe mas é lenta e seguirá lenta. Enquanto isso, sofrimento aqui dentro e esperança de justiça vinda de fora.
Há motivo de sobra para esperança e mesmo gratidão mas todos estão fora do meio político-partidário.
Poucos tiram a cabeça dessa caixa para olhar ao redor ou furam essa nefasta bolha polarizada, dando à nação a oportunidade de conhecer algo que seja realmente novo.
Ainda assim, eventualmente venceremos. E essa vitória, sim, será relevante. Ah, sem expectativas no momento, afinal, há longos quatros pela frente. Melhor esperar. Por hora, adeus, Brasil na Copa. 2030?
Poucos tiram a cabeça dessa caixa para olhar ao redor ou furam essa nefasta bolha polarizada, dando à nação a oportunidade de conhecer algo que seja realmente novo.
Ainda assim, eventualmente venceremos. E essa vitória, sim, será relevante. Ah, sem expectativas no momento, afinal, há longos quatros pela frente. Melhor esperar. Por hora, adeus, Brasil na Copa. 2030?
- Por Leonardo Sérgio da Silva
- [Fonte: Folha Online; ESPN; BBC News Brasil; Fifa]
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E nem 1% religioso.

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