Total de visualizações de página

quinta-feira, 7 de julho de 2022

PAPO RETO — QUEM É VOCÊ? UM INFLUENCIADOR OU UM INFLUENCIADO?

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus" (Romanos 12:1,2).
Hoje em dia ser influenciador virou moda, virou profissão e das muito rentáveis. Ouvimos muito falar sobre esse assunto, sobre sermos influenciadores. Mas nós realmente temos sido?

Vivemos em um mundo totalmente corrompido pelo pecado. E, podemos notar que a maioria das pessoas que nos cercam, são influenciadas pelos pecados que aqui habitam.

E é nisso que nós, como cristãos, devemos nos diferenciar. Cristo nos chama para influenciarmos as pessoas que estão aqui, e não para sermos influenciados por elas. Somos nós que devemos fazer a diferença e brilhar nesse mundo de trevas. Não podemos nos conformar com o padrão deste mundo.

A Palavra de Deus nos ensina que devemos ser sal e luz dessa terra.
"Vocês são o sal da terra. Mas, se o sal perder o seu sabor, como restaurá-lo? Não servirá para nada, exceto para ser jogado fora e pisado pelos homens. Vocês são a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte" (Mateus 5:13,14).
A luz ilumina o ambiente onde ela está, logo ela é influenciadora, pois sem ela o ambiente se torna escuro. O sal dá sabor ao alimento, logo ele é influenciador, pois sem ele o alimento fica sem gosto.

Você entende a importância de ser sal e luz? As pessoas, mesmo sem perceberem, sempre procuram alguém para se espelhar.

As crianças olham para a atitude de seus pais, os funcionários olham para o modo de agir dos seus chefes, os cristãos olham para a atitude de seus líderes. Sempre haverá alguém para se espelhar em você.

E a nossa influência deve ser Jesus. Devemos olhar para Ele e nos espelharmos nas atitudes dEle. Fazer aquilo que Ele fez. Só assim podemos ser verdadeiros influenciadores (Hebreus 12:1,2).

Mas onde influenciar? Além das quatro paredes da Igreja e fora do ambiente online. Devemos influenciar dentro da nossa casa, no nosso trabalho, na nossa faculdade, em todos os lugares por onde passarmos.

E como influenciar? Não apenas falando, mas principalmente com nossas atitudes. Devemos ter atitudes de verdadeiros cristãos. Cristãos que tem os frutos do Espírito em suas vidas, que refletem a imagem do Senhor.

Uma coisa é certa, não existe meio termo. Se nós não somos influenciadores, nós seremos influenciados. E, talvez, influenciados pelas coisas e pessoas erradas.

E então, você é influenciador ou influenciado? É o que veremos no texto de mais um capítulo da série especial de artigos Papo Reto.

Algo mais que discursos


Um dos discursos mais comumente ouvido dentro das comunidades protestantes é a respeito da influência que se exerce sobre o mundo. Juntamente com a pergunta sobre a quantidade de almas "ganhadas para Jesus" no ano que se passou, numa espécie de balanço geral que contabiliza o seu comprometimento com a causa evangélica, a pergunta a respeito da influência que é exercida pelo fiel na faculdade, trabalho, família etc é uma das mais cotadas e esperadas quando o dia 31 de dezembro se aproxima. 

Como complemento desse balanço, há o caderno de alvos que é distribuído para que o fiel planeje o próximo ano em todas as áreas da vida e não são poucos, principalmente os mais jovens, que colocam que desejam "ganhar mais almas para Jesus" e ser influência na vida das pessoas com quem convivem.

O desafio da influência nos meios acadêmicos


Se você for um jovem que pretende entrar ou já está estudando numa escola universitária, encontrará um novo mundo no campo universitário. Um contexto demais hostil ao cristianismo. 

É bem sabido que o contexto universitário é predominante pelo ateísmo, pela ideologia comunista cultural, incentivo à tal ideologia de gênero, à bebida alcoólica, à uso de drogas e sexo. 

Estes fatores culturais universitários tão agradáveis aos olhos, à carne e a soberba da vida vão persegui-lo implacavelmente afim de engoli-lo! Infelizmente a pesquisa mostra que mais de 60% dos cristãos universitários são influenciados pela cultura universitária e se afastam da igreja.

Então como viver uma vida universitária sem ser influenciado pela sua cultura? A solução é viver uma vida de influenciador de Cristo! Isto é contra atacar! Ou você vive como um influenciador de Cristo ou é influenciado. Não há um meio termo. 

É uma pena que muitos universitários cristãos vivem como um cristão de guarda-roupa, e vivem escondidos sem revelar que são cristãos, achando que assim sobreviverão sem ser incomodados. Porém, muitos acabam sendo influenciados pela cultura universitária. Se você não viver como um cristão autentico, há um grande perigo de perder sua fé no campus universitário. 

O exemplo de Daniel e seus amigos


Na Bíblia, Deus nos apresenta um jovem de fé que lutou firmemente para viver como um influenciador de sua fé em vez de viver sendo influenciado pela cultura pagã. Nome dele é Daniel. 

Daniel e seus amigos foram deportados para Babilônia junto com o povo de Jerusalém após a destruição da cidade pelo rei Nabucodonosor. Daniel e seus amigos eram jovens intelectuais de família real e de nobres. Por isso, o rei da Babilônia queria usá-los dentro do seu palácio como seus assistentes.

Então, o rei tentou fazer uma culturalização babilônica na vida deles: ensino da língua e da cultura caldeia, mudou seu nome para um nome caldeu, e por fim tentou mudar a fé deles. Daniel aceitou todas as mudanças, mas fez questão de que sua fé no Senhor não seja influenciada. O versículo 8 do primeiro capítulo do livro de Daniel diz, 
"...resolveu Daniel, firmemente não contaminar-se..."
Embora a ração diária, finas iguarias e o vinho da mesa do rei eram muito valiosos, sabiam antes que tinham sido oferecidos ao deus babilônico Marduque, por isso, Daniel resolveu firmemente não se contaminar seu coração pela idolatria. 

Deus viu sua fé e abençoou ricamente seu servo Daniel. Deus lhe deu conhecimento e inteligência em toda cultura e sabedoria, e ainda poder de interpretar sonhos e visões (1:17). E ainda Deus lhe deu o privilégio de servir como um aconselhador do rei por quatro reinados (1:21).

Babilônia é uma nação que simboliza anti-Deus tanto no Antigo quanto no Novo Testamento. Sua ostentação e riqueza ilustra bem o mundo de hoje, principalmente ao mundo universitário. 

Daniel e seus amigos facilmente teriam sido engolidos pela cultura babilônica, mas eles tomaram a decisão de não se contaminar pela cultura babilônica, mas viver com a fé autêntica como influenciador de Javé para o mundo babilônico.

Possivelmente, através da influência de Daniel e seus amigos, muitos conheceram a Deus Javé pois no final do livro afirma que 
"os que a muitos conduzirem à justiça resplandecerão como as estrelas eternamente (12:3)
se referindo a eles. 

Você não quer viver uma vida de influenciador do evangelho de Cristo na sua escola universitária? Você não crê que Deus colocou você lá como missionário para evangelizar seus colegas? 

Você não quer resolver firmemente no seu coração a não se contaminar à cultura universitária, mas viver uma vida cristã autêntica? Por que você já não começa a orar a Deus pedindo Sua benção para poder viver como um cristão autêntico?

Influenciando em meio aos influenciadores


Quanto a ser influência na vida das pessoas, pela fé cristã, não há nada de errado. O Cristianismo, desde sua origem, é chamado a ser influência no mundo, seguindo o exemplo de Jesus Cristo. O problema se dá quando, na ânsia de ser influente na sociedade, esse Cristianismo assume uma postura absolutista, excludente e de dono da verdade.

Não é de hoje que o movimento evangélico tem dificuldade em se colocar na zona de interseção entre influenciar e ser influenciado. Desde os primeiros momentos da Reforma, o discurso de que o lado de cá estava certo e, então, não deveria ouvir e considerar nada que vinha do lado de lá se fez presente, bastando, para isso, lembrar as diversas guerras que houve entre Protestantes e Católicos.

E em tempos atuais, então, essa postura ainda é percebida em seguimentos conservadores dos dois lados. 

Conclusão


Somente um Cristianismo que não tenha a postura absolutista se mostrará efetivamente como uma boa influência para o mundo, sendo reflexo do amor de Deus, que ao longo da história chama a todos e todas para o diálogo, para a abertura ao outro e o acolhimento do diferente.

Isso acontecendo, quem sabe a pergunta de final de ano no movimento evangélico que mencionamos no início desse texto, mude para: 
"Como foi seu aprendizado e ensino para com os que pensaram diferente de você esse ano?"
Essa, com certeza, seria uma retrospectiva que valeria a pena ser feita.

Se queremos viver como um influenciador de Cristo na sociedade, é preciso que abandonemos a manipulação e nos abramos ao diálogo pautado na mensagem do evangelho que liberta.

[Fonte: Dom Total, por Fabrício Veliq é mestre e doutorando em teologia pela Faculdade Jesuíta de Belo Horizonte (FAJE), doutorando em teologia na Katholieke Universiteit Leuven — Bélgica, formado em matemática, graduando em filosofia pela UFMG e graduando em Teologia pela UMESP. Membro do grupo de pesquisa Fundamental and Political Theology em KU Leuven e do Grupo de Pesquisa Estudos de Cristologia da FAJE.]

Ao Deus Perfeito Criador, toda glória.
Fique sempre atualizado! Acompanhe todas as postagens do nosso blog https://conexaogeral2015.blogspot.com.br/. Temos atualização diária dos mais variados assuntos sempre com um comprometimento cristão, porém sem religiosidade.
E nem 1% religioso.
O uso correto da máscara não precisava ser obrigatório, por se tratar de uma proteção individual extensiva ao coletivo. É tudo uma questão não de obrigação, mas de consciência.
Respeite a etiqueta e o distanciamento sociais e evite aglomerações. A pandemia, graças à vacinação, está controlada, mas, infelizmente, ainda não passou, a guerra não acabou.

terça-feira, 5 de julho de 2022

CUIDADO AO ESCOLHER, POIS, AS CONSEQUÊNCIAS NÃO NOS DÃO O DIREITO DE ESCOLHA

É muito comum vermos as pessoas fazerem suas escolhas sem pensar nas consequências que elas trarão. Para muitos, e talvez para nós mesmos, o que vale na hora da escolha é o prazer imediato e a vantagem que se obterá. 

A preocupação com as consequências e implicações é mínima ou, até mesmo, inexistente. Esse imediatismo, infelizmente, tem afetado muitas pessoas e não são poucos os crentes que seguem por esse caminho. O resultado são inúmeros conflitos e dramas familiares.

A história de Davi e de seu adultério com Bate-Seba, serve para demonstrar que na vida não podemos fazer nossas escolhas de modo inconsequente. Todas as escolhas que fizermos trarão consequências, que podem ser boas ou ruins. Elas nos aproximarão ou nos afastarão de Deus.

No texto desse artigo, veremos como escolhas erradas resultam em consequências trágicas e como devemos reagir quando isso acontecer conosco, dado o nosso pecado.

Análise contextual


Na vida as escolhas erradas que fazemos, sempre terão suas consequências. O que sucedeu com Davi e Bate-Seba é demonstração disto. Aprendemos na Bíblia que aquilo que semearmos isso ceifaremos, Davi e Bate-Seba semearam corrupção e tiveram que colher as consequências de seus atos. Isto porque de Deus não se zomba (Gálatas 6:7).
"Porque o que semeia para a sua própria carne da carne colherá corrupção; mas o que semeia para o Espírito do Espírito colherá vida eterna" (6.8). 
Os homens podiam ignorar o que Davi e Bate-Seba fizeram, mas Deus que sonda os corações e conhece todas as coisas, sabia o que eles haviam feito (Salmo 139). Nada ficou encoberto aos olhos do Senhor, que no tempo próprio enviou até Davi o profeta Natã, para repreendê-lo (2 Samuel 12:1-15).

Um abismo chama outro abismo...


A decisão de Davi, após olhar para Bate-Seba, de mandar buscá-la e deitar-se com ela, cometendo adultério, desencadeou em outras escolhas erradas, na tentativa de esconder seu pecado. Tudo isso, inevitavelmente, resultou em terríveis consequências não só para eles, mas também, para suas respectivas famílias.

Após ter-se deitado com Davi, Bate-Seba achou-se grávida (2 Sm 11:4,5). E quando informado disso, na tentativa de esconder o que havia feito, Davi mandou buscar Urias, esposo de Bate-Seba, sugerindo-lhe que retornasse para sua casa. 

A intenção de Davi, friamente calculada, era que Urias se deitasse com sua esposa (11:6-8), pois, uma vez que tivesse contato íntimo com Bate-Seba, provavelmente consideraria que o filho que ela estava gerando fosse seu – assim, "tudo estaria resolvido" e Davi e Bate-Seba teriam encoberto sua transgressão.

Em exemplo de lealdade e fidelidade, Urias, no entanto, não aceitou ir para casa, deitando-se à porta da casa real. Ele se sentia mal diante daquele "privilégio", pois sabia que seus companheiros estavam no desconforto da batalha. Ele julgava-se no dever de voltar para ajudá-los. 

Isto levou o rei Davi a tomar outra escolha errada. Por meio do próprio Urias, ele encaminhou uma carta a seu oficial Joabe, para que o colocasse no local da batalha onde a peleja estivesse mais difícil, para que então fosse ferido e morresse. E foi o que aconteceu. Urias foi morto e Davi tomou Bate-Seba para ser sua mulher. Para Davi "parecia que tudo estava resolvido."

As escolhas erradas jamais nos darão resultados certos


Nas palavras do Senhor por intermédio do profeta Natã, as ações pecaminosas de Davi e as suas escolhas erradas, teriam consequências que afetariam tanto ele como a Bate-Seba e a sua família, por um longo período da vida deles. 

Situações surgiriam como resultado do pecado deles, mas também como manifestação do juízo de Deus por causa de suas transgressões. Davi demonstrou-se arrependido pelo que fez, foi perdoado (2 Sm 12:13), mas ainda assim teve de enfrentar as consequências das suas escolhas. Vejamos:
  • Primeiro — foi a morte do filho que Bate-Seba estava gerando: 
"...o SENHOR feriu a criança que a mulher de Urias dera à luz a Davi; e a criança adoeceu gravemente..." 

"...ao sétimo dia morreu a criança..." (12:15,18).
  • Segundo — surgiram outras consequências. O Senhor por intermédio do profeta Natã, profetizou que a espada jamais se afastaria da casa de Davi. Assim como Urias foi morto de forma violenta, assim também a violência não se apartaria da casa de Davi. Então, tempos depois, seu filho Absalão, assassinaria seu próprio irmão Amnom, como vingança, por ter este estuprado a irmã deles, Tamar (2 Sm 13:1-36). Isso fez com que Joabe matasse Absalão (2 Sm 18:14,15).
Mas estas não foram as únicas e trágicas consequências. Conforme as palavras do Senhor, da própria casa de Davi, seria levantado alguém que tomaria suas mulheres e se deitaria com elas à vista de todos (2 Sm 12:11,12). 

Aquilo que o rei havia feito as escondidas, agora seria realizado as claras. Isso começou a se cumprir quando Absalão pôs fim a sua fuga, depois de matar seu irmão Amnom, retornando para sua casa. Ele se revoltou contra seu pai Davi, que teve de fugir por causa de sua conspiração, incitando o povo contra o rei. 

Então, Absalão deitou-se com as concubinas de Davi (2 Sm 16:20-23). Davi enfrentou em tal situação grande angústia (Sl 3) visto que, era perseguido por seu próprio filho, que cessou de persegui-lo, somente depois que foi morto por Joabe, oficial do exército de Davi. Somente com a morte de seu filho, Davi teve seu reino restituído e pôde voltar para sua casa (2 Sm 19:11-15).

Frutos em espécie


As escolhas erradas de Davi e Bate-Seba foram derivadas de atitudes espirituais apáticas, às quais denunciam a falta de vigilância. Embora o texto bíblico enfatize o pecado de Davi, não podemos deixar passar de modo despercebido a conivência de Bate-Seba com os fatos. 

Diante de tudo, não há o registro de qualquer protesto contra aquela situação, nem mesmo um mínimo indício de reprovação ou desconforto. Por isso, consideramos que a sua participação também foi decisiva para a prática do pecado.
A história de Davi e Bate-Seba, de suas escolhas erradas e consequências trágicas, permanece por todos os tempos, como um alerta para todo crente na hora de fazer suas escolhas. Para todas escolhas erradas existe um preço a ser pago. 
Dependendo das escolhas erradas que fizermos, o preço poderá ser alto demais, como foi o preço pago por Davi e Bate-Seba. Portanto, sabendo que não podemos ser inconsequentes em nossas escolhas, procuremos fazer escolhas acertadas, sempre fundamentadas na Palavra de Deus.

Conclusão


Se por um lado, a história de Davi serve como alerta de como podemos cair em tremenda transgressão e ruína espiritual, por outro, por maior que seja a nossa culpa, mesmo que seja na proporção da culpa de Davi, ou até maior, aprendemos sobre a grandeza da ação misericordiosa de Deus. 

Na descrição do perdão divino concedido a Davi, podemos entender a profundidade das palavras do profeta Jeremias: 
"As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade" (Lamentações 3:22,23).
Por maior que seja a culpa de alguém, não é suficiente grande em comparação a grandeza do amor e misericórdia de Deus, que são manifestados em Cristo Jesus, mediante o seu sacrifício na cruz (Romanos 5:1-11). 

Paulo diz que 
"onde abundou o pecado, superabundou a graça" (5:20). 
Por maior que fosse a culpa e os pecados de Davi, a graça do Senhor era muito maior, sendo poderosa para perdoá-lo e superar sua culpa.

Mesmo não nos isentando das consequências, arrependimento e conserto são fundamentais


A história de Davi e Bate-Seba, demonstra que na vida cada escolha feita de forma errada resultará em consequências desastrosas. Vimos que a escolha de Davi foi determinada por seu descuido espiritual.

No entanto, apesar do grande pecado cometido por ele e Bate-Seba, dos desdobramentos de suas escolhas e das trágicas consequências, Deus demonstrou sua graça e amor, restaurando-os, perdoando-os e ainda mais, concedendo a eles a oportunidade de terem outro filho, de quem descenderia o Messias, o Salvador Jesus.

O perdão de pecados está disponível a todos que arrependidos confessarem os seus pecados a Deus (1 João 1:9). As Escrituras nos levam à certeza de que todas as vezes que confessarmos os nossos pecados, Deus em sua fidelidade e justiça, satisfeitas inteiramente em Cristo, nos perdoará. Davi foi perdoado imediatamente após ter reconhecido sua culpa (2 Sm 12:13).


Ao Deus Perfeito Criador, toda glória.
Fique sempre atualizado! Acompanhe todas as postagens do nosso blog https://conexaogeral2015.blogspot.com.br/. Temos atualização diária dos mais variados assuntos sempre com um comprometimento cristão, porém sem religiosidade.
E nem 1% religioso.
O uso correto da máscara não precisava ser obrigatório, por se tratar de uma proteção individual extensiva ao coletivo. É tudo uma questão não de obrigação, mas de consciência.
Respeite a etiqueta e o distanciamento sociais e evite aglomerações. A pandemia, graças à vacinação, está controlada, mas, infelizmente, ainda não passou, a guerra não acabou.

quinta-feira, 30 de junho de 2022

CONTÉM SPOILERS — "EDUARDO E MÔNICA"

Por certo algumas coisas na vida demoram, como esperar mais de 25 anos para ver esta popular história de amor musical se transformar em um filme. Mas, será que valeu mesmo a pena essa espera? Para mim, sim. Inclusive, não saí correndo para uma sala de cinema para assistir ao tão esperado longa "Eduardo e Mônica", filme baseado em música homônima, de autoria do Renato Russo (✩1960/✞1996) e que foi faixa do ábum "Dois", lançado em 1986. Fiquei na minha e só vim assisti-lo na manhã do último domingo, 26, numa plataforma de vídeos, gratuitamente e deitadinho na minha cama.

A música por si só, sem dúvida alguma, foi não só um dos grandes sucessos da banda, quanto um dos maiores hits nacioanis da década de 1980 e ainda hoje é uma das mais aclamadas na discografia da Legião. E, numa era de franquias cinematográficas, "Eduardo e Mônica" consolida o UCLU (Universo Cinematográfico da Legião Urbana) ao adaptar a singela e emblemática canção.

O filme é o terceiro de uma leva que começou com "Somos Tão Jovens" (de Antônio Carlos da Fontoura), que foi uma cinebiografia do compositor (focada em sua juventude em Brasília até a formação da banda); e seguiu com "Faroeste Caboclo" — ambos de 2013 —, que adaptou a canção homônima. Eu não gostei de nenhum dos dois, principalmente "Faroeste Caboclo", que na minha opinião, foi uma sucessão de equívocos, desde a escolha dos atores protagonistas (Fabrício Boliveira e Isis Valverde) até o fraquíssimo roteiro.

Há até um esforço consciente de direcionar essas ações como dentro de um mesmo universo, numa discreta cena no novo filme. Mas, a, digamos, "redenção" do diretor René Santana, que também assinou "Faroeste Caboclo", veio mesmo com "Eduardo e Mônica". É o que veremos no texto deste artigo, mais um capítulo da série especial Contém Spoilers.

Vamos às indispensáveis comparações


Como longametragem, "Eduardo e Mônica" funciona muito bem, trazendo uma típica história de amor e com a acertada decisão de não fazer uma típica comédia romântica brasileira, mas com uma abordagem mais realista, dramática, ainda que focada na força do grande amor.

Mais ainda do que "Faroeste Caboclo", mira numa bela fotografia a exibir Brasília, especialmente nas cenas noturnas. 

É interessante que apesar da história ser focada no casal-título, a cidade aparece se não como um personagem, mas um cenário forte, quase sempre vazia, sem pessoas, como a contrapor a frieza urbana de bela arquitetura à vida romântica e artística de Mônica, com suas boates inferninhos e galerias de arte.

Outra vantagem de "Eduardo e Mônica" contra "Faroeste Caboclo" é no material de origem. Esta era uma canção estilo poema épico, com uma saga desafortunada de um retirante que abraça uma carreira criminal, recheada de situações pouco críveis e uma narrativa confusa. 

Assim, "Faroeste Caboclo", o filme, precisou investir num trabalho maior de roteiro para resolver as lacunas e incongruências da narrativa da letra. Assim, foi uma "adaptação", optando por uma versão mais realista e sem o caráter "pão e circo" que marcava seu fim. Com isso, versos famosos foram cortados da história ou simplesmente modificados para fazer a trama cinematográfica funcionar.

Os personagens


O filme acerta bastante na construção dos personagens, mostrando as origens e ambiências de um e de outro e como a casual rota de colisão dos dois, por improvável que se mostre à princípio, vai se construindo. 

Uma Mônica Queiroz perdida, vivendo entre dois mundos conflitantes — a vida artística e de vanguarda cultivada pelo pai e a preocupação mais fria, formal e pragmática de uma carreira na Medicina mantida pela mãe —, tentando uma vida quase dupla entre fazer happenings em galerias e boates e iniciar a sua residência médica; enquanto um Eduardo Souza vem de um lar simplório e dramático, com o pai que foi embora, a mãe falecida e a criação pelo avô militar e, prestes a fazer o vestibular para Engenharia Civil, está simplesmente levando as coisas, acomodado em sua vidinha de subúrbio (e vila militar) e uma expectativa mais pragmática do futuro, sem grandes ambições.

Assim, já sabíamos — pela canção — que Mônica é artística 
("...tinha tinta no cabelo...") 
e descolada 
("...de moto..."), 
enquanto Eduardo era convencional 
("...festa estranha com gente esquisita..."), 
não era um bebedor contumaz 
("...'eu não tô legal, não aguento mais birita'..."),
nem boêmio 
("...é quase duas e eu vou me ferrar..."
e ainda guardava uma atitude bem juvenil/adolescente andando de bicicleta ("camelo") por aí (eram os anos 1980, ok? — a juventude de classe média só usava bikes para lazer) e quando 
"...decidiram se encontrar, o Eduardo sugeriu uma lanchonete, mas a Mônica queria ver o filme do Godard..."
Todos essas especificidades foram muito bem pontuadas na narrativa do filme e feito com um cuidado que dava uma verossimilhança que nos remetia ao trecho da música no qual eles estavam. Magnifíco, sem ser piegas!

O elenco


Vale à pena chamar a atenção ao trabalho do elenco — o que, como já disse, também foi um erro absurdo em "Faroeste Caboclo"

Como esperado, a maravilhosa e excelente Alice Braga, que carrega em seu sobrenome o enorme peso de sua tia Sônia, não ficando apenas na sombra do sucesso da tia famosa, mas, já tendo consolidada, assim como a tia, também uma brilhante carreira internacional, entrega uma Mônica carismática e fascinante, com uma personalidade forte e temperamento inconstante que enchem a personagem de profundidade e atitude, ainda que tenha suas fragilidades. 

Nota mil para Alice, que quando faz algo específicamente para o público brasileiro, o faz com a mesma competência e brilhantismo do que é feito no exterior.

Destaque também para o jovem, porém promissor, ator Gabriel Leone. Leone assume um Eduardo mais intrépido, tímido e leal, que conquista por sua bondade, mas também é ajudado pela caracterização, com espinhas e aparelhos que o deixam mesmo com a aparência de um adolescente (Eduardo, tem 16 anos, Gabriel, à época das filmagens, 26), ainda que isso seria inútil sem sua postura corporal que torna tudo crível. 

Gabriel Leone deu um show de interpretação que em absolutamente nada nos remete aos personagens que ele já interpretou em trabalhos televisivos, o que mostra que o jovem ator sabe muito bem lidar com as especifidades dos dois segmentos da dramaturgia.

A química do casal em cena é muito boa e passa veridicidade às cenas de romance — sem haver apelação, graças a Deus, no uso e abuso das incômodas cenas de sexo e nudez, algo, como todos sabem, muito comum (e na maioria das vezes, desnecessárias) nas produções nacionais. 

O restante do elenco também está muito bom, em especial, Victor Lamoglia como o engraçadíssimo amigo Inácio (que em uma determinada cena [a do ônibus], deixa implícita uma singela homenagem a Cazuza [✩1958/✞1990]) e os veteranos Otávio Augusto como Bira, o avô com o qual Eduardo "jogava futebol de botão" e Juliana Carneiro da Cunha, que interpreta Lara, a mãe de Mônica.

Roteiro e ambientação


O roteiro de Gabriel Bortolini e Jéssica Candal investe em mostrar um Eduardo cheio de potencial, alguém de bom coração, que não finge ser quem não é e que vai se construindo como alguém que pode dar suporte emocional à mais volátil Mônica. Estabilidade. Um pé no chão. 

Ele também traz um ar de realidade no sentido de que vive a vida ordinária (sim, o cotidiano sem graça da estranha — e por vezes asséptica — capital do país), sendo mais do povo, mais comum. 

Por isso, enquanto ela guarda a arrogância e a postura artística esnobe típica daqueles que se veem como vanguarda (o que se reflete na música punk e no som industrial típicos da época), ele adora (quem não?) a breguíssima "Total Eclipse Of The Heart", sem dúvida o maior hit na carreira da cantora galesa de inconfundível voz rouca, Bonnie Tyler. E mostra para Mônica (e seus amigos, por tabela) que não há mal nenhum nisso, e ao contrário, é um toque de humanidade, simplicidade e empatia.

Neste ponto, o roteiro trabalhou bem, afinal, é fácil entender por que Eduardo fica fascinado pela Mônica, pois 
"...ela fazia medicina e falava alemão e ele ainda nas aulinhas de inglês...". 
Sem falar que 
"...ela gostava do Bandeira, e de Bauhaus, e de Van Gogh, de Mutantes e Caetano e de Rimbaud..."
enquanto o Eduardo 
"...gostava de novela e jogava futebol de botão com seu avô...".
Mas fica bem mais difícil compreender como uma moça como Mônica poderia se interessar por Eduardo, quando 
"...ela falava coisas sobre o Planalto Central, e também magia e meditação..."
e ele 
"...ainda 'tava' no esquema 'escola-cinema-clube-televisão'"..., 
mesmo que houvesse algo prazeroso em 
"...Mônica explicava pro Eduardo coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...".
Afinal, 
"...ela se formou no mesmo mês que ele passou no vestibular...".
Não são coisas fáceis a vencer para viver um grande amor, não é?

Assim, cabe ao filme construir o meio termo 
("...se encontraram então no parque da cidade..."
que vai unir essas personalidades tão diferentes que 
("...mesmo com tudo diferente, veio meio de repente uma vontade de se ver, e os dois se encontravam todo dia e saudade crescia como tinha de ser..."). 
Isso era um desafio à produção, pois a canção diz que 
"...Eduardo e Mônica fizeram natação, fotografia, teatro, artesanato, e foram viajar..."
(e, permitam-me repetir) 
"...a Mônica explicava pro Eduardo coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar...".
Vejam, são coisas bem artísticas e místicas. Dessa forma, a personalidade dela aparece como dominante, fazendo o rapaz se adequar à sua vida e visão de mundo, mas ainda sem responder porque ela se interessou num rapaz de 16 anos pré-vestibulando. Ou seja
"E quem um dia irá dizer, que não existe razão nas coisas feitas pelo coração, e quem irá dizer que não existe razão?..."

Atração dos opostos


E se por um lado, nenhum deles se encaixa no mundo do outro — e as tentativas não se mostram frutíferas no filme (ele indo para o acampamento na Chapada, ela na ceia de natal tradicional) — encontram em si a paz e o sentimento que buscavam. 

A investida também serve para demolir estereótipos, exibindo os conflitos internos e familiares que rondam o casal individualmente, cada qual em sua realidade: Mônica e sua relação tensa com a mãe e Eduardo no abismo geracional (e um tanto de visão de mundo) com o avô conservador.

E o roteiro faz isso mostrando o romance como uma coisa real e não um paraíso na terra, afinal, 
"...os dois comemoraram juntos e também brigaram juntos muitas vezes depois..."
e não temos uma historinha de mocinho que conhece a mocinha, sem também se render ao gancho hollywoodiano (e algo acontece para separá-los) pura e simples. 

Com mais humanidade e realismo, o roteiro mostra que a vida a dois é difícil mesmo no início, no fogo da paixão, e que as diferenças celebradas na letra têm o seu preço, sim, e que se o casal quiser fazer a coisa funcionar tem que trabalhar nisso para poder chegar na parte do 
"...e todo mundo diz que ele completa a ela e vice-versa, que nem feijão com arroz...".
Mônica precisa dosar o preço da liberdade (não ter um relacionamento fixo) e Eduardo sair de seu lugar cômodo e encarar algo desconhecido. Ambos precisam ceder. E aprender e crescer. 

Como todo mundo. Ainda que em jornadas diferentes para cada um deles, dados os backgrounds específicos e a posição em que estão em suas vidas estudantis e profissionais.

O filme também acerta em manter a trama no contexto do lançamento da canção, ali por volta de 1986 (embora a canção tenha sido composta em 1982, após Renato Russo sair da banda punk Aborto Elétrico e passar um tempo se apresentando apenas com voz e violão — ou uma craviola — sob o nome Trovador Solitário, e antes de fundar a Legião Urbana, em 1983). 

A ambientação original impede a armadilha de adicionar elementos outros (como a tecnologia) que poderia embaralhar ainda mais a trama. Assim, coisas como o evento que era uma ligação telefônica [de telefone fixo!] (ainda mais se fosse interurbana ou com fichas em um orelhão) contribuem para criar as situações de erros e acertos de uma história de amor.

O filme "Eduardo e Mônica" termina, nesse sentido, mostrando que em outros tempos o amor era possível mesmo sob contextos políticos conflitantes, com a menina filha do comunista exilado que se apaixona pelo neto de militar; algo que parece tão difícil nos tempos polarizados de hoje. Mas também não deixa de fazer crítica social com algumas arbitrariedades que resultam da perseguição política.

A trilha sonora: outro acerto


A trilha sonora também está muito boa, bem representada pelos anos 1980, ainda que Legião Urbana apareça até menos do que o esperado (só me lembro de ter ouvido ao longo do filme as canções "Geração Coca-Cola" e lá no final, durante a subida dos créditos, a música que dá nome ao filme).

Mas, além da "balada-chiclete", "Total Eclipse Of The Heart", de Bonnie Tyler, destaco outros dois hits oitentistas internacionais: a deliciosa "Private Idaho", do B52's e "Should I Stay Or Should I Go", da banda punk britânica The Clash. 

"Eduardo e Mônica" conta uma história de amor embalada, não somente pela música que serviu como base e outras da banda de rock de Renato Russo. A qualidade das músicas vai além, sejam elas nacionais ou internacionais. Não há como negar, a trilha sonora do filme é belíssima.

Conclusão


Enquanto "Eduardo e Mônica" tentam lidar com os opostos de cada um, toda a sensibilidade da trama floresce, por isso que não há como deixar de se emocionar. 

Desde a estrutura familiar dos dois lados, ela que acaba de perder o pai ou Eduardo que foi criado pelo avô e tem como lembrança marcante um peixinho dourado. "Eduardo e Mônica" é o tipo de filme para ver e rever.

Para além do filme, a equipe da Legião Urbana Produções e o cineasta René Sampaio já anunciaram os planos de outro longa baseado em uma canção de Renato Russo, o que dará continuidade ao UCLU. 

Não foi dito que música, mas o repertório da Legião Urbana está repleto de candidatas, com suas narrativas e personagens, desde óbvias como "Pais e Filhos" (escrevi artigo especial sobre essa música ➫ aqui) ou "O Mundo Anda Tão Complicado" até outras mais obscuras, como "Andréa Dória", "Maurício", "Leila", "Clarisse", "Dado Viciado", "O Descobrimento do Brasil", "Dezesseis" e até "Perfeição" e "Meninos e Meninas", que são a cara do Brasil de hoje. 
  • Aguardemos, por enquanto, "Eduardo e Mônica" leva meu carimbo de:
[Fonte: HQRock — original, por Irapuam Peixoto (cantor e compositor)] 

Ao Deus Perfeito Criador, toda glória.
Fique sempre atualizado! Acompanhe todas as postagens do nosso blog https://conexaogeral2015.blogspot.com.br/. Temos atualização diária dos mais variados assuntos sempre com um comprometimento cristão, porém sem religiosidade.
E nem 1% religioso.
O uso correto da máscara não precisava ser obrigatório, por se tratar de uma proteção individual extensiva ao coletivo. É tudo uma questão não de obrigação, mas de consciência.
Respeite a etiqueta e o distanciamento sociais e evite aglomerações. A pandemia, graças à vacinação, está controlada, mas, infelizmente, ainda não passou, a guerra não acabou.

terça-feira, 28 de junho de 2022

PERMANÊNCIA, DESEMPREGO OU RECOLOCAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO: O QUE FAZER?

  • O texto deste artigo, foi baseado em uma live que eu assisti no LinkedIn sobre o tema.
A taxa de desemprego no Brasil chegou a 9,4% em abril deste ano, o menor patamar desde outubro de 2015, de acordo com estudo divulgado nesta sexta-feira (24) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Na comparação com o mesmo mês de 2021, a taxa registrou queda de 4,9 pontos percentuais. Ao todo, o país tinha 11 milhões de desempregados em abril.

Segundo o Ipea, na outra ponta, a população ocupada em abril chegou a 97,8 milhões de trabalhadores, o maior patamar desde 2012. Em relação ao mesmo período do ano passado, a população ocupada aumentou 10,8% e, na comparação com março último, houve alta de 2,1%. 

De acordo com o Ipea, a análise dos dados mostra que a expansão da ocupação tem ocorrido de forma generalizada, envolvendo todas as regiões, todos os segmentos etários e educacionais e atingindo todos os setores da economia.

O Ipea ressalta a recuperação nos setores que tiveram quedas mais intensas no auge da pandemia, devido às medidas de afastamento social. No primeiro trimestre deste ano, 6 dos 13 setores pesquisados apresentaram crescimento da ocupação superior a 10%, com destaque para os segmentos de alojamento e alimentação, com aumento de 32,5% na taxa de ocupação; serviços pessoais, com alta de 19,5%; e serviços domésticos, com crescimento de 19,4%.

Os dados mostram, no entanto, que ainda há uma série de desafios a serem superados no mercado de trabalho brasileiro. Mesmo diante de uma recuperação mais forte do emprego formal, a maior parte das novas vagas está sendo gerada nos segmentos informais da economia. 

No último trimestre móvel, encerrado em abril de 2022, enquanto o montante de trabalhadores com carteira assinada avançou 11,6%, na comparação com 2021, o contingente de ocupados sem carteira cresceu 20,8%.

Como ter o que o mercado quer


Mas, mesmo com a alta no índice de pessoas com carteiras assinadas, ainda não há nada o que se comemorar, pois, o número de desempregados ainda é assustador: 12 milhões.

O que garante a ascensão em sua carreira profissional e a manutenção do seu emprego? E, se você perdê-lo, o que pode afiançar que você tenha sempre possibilidade de recolocação no mercado? 

Essas são perguntas que sempre devem ser feitas. A palavra que responde a todas essas questões é empregabilidade. Embora não tenha somente relação com estar empregado, o termo trata da capacidade que um profissional tem para conserguir oportunidade de trabalho e também mantê-lo.

De acordo com Flávio Gravina, diretor-geral da Croma Recursos Humanos, consultoria especializada na contração de profissionais para empresas, em um mercado tão instável quanto o brasileiro — em que dados Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que existem mais de 3,4 milhões na fila do desemprego há mais de dois anos —, é importante entender que ninguém é insubstituível.
"Dependendo da situação da empresa, um corte inesperado pode ocorrer. Por isso, é importante se manter em boas condições de recolocação"
observa.
Para Gravina, é nesse contexto que se percebe a importância da empregabilidade:
"ela tem relação direta com quão desejado o profissional é. seja pela empresa em que atua, seja pelo mercado. A melhor forma de identificar se você realmente está com empregatibilidade em alta é se candidatar."
Contudo, para estabelecê-la é preciso se estruturar.
"As bases dela envolvem o trabalho contínuo de manter bons relacionamentos, deixando sempre próximos os profissionais com os quais você se identifica, e manter uma vida financeira saudável, de forma que isso não atrapalhe suas decisões. Por fim, você precisa ter clareza em relação às suas vocações para não se frustrar rapidamente",
avalia Gravina.

Para os que estão chegando agora


Para quem ainda vai entrar no mercado de trabalho, ele aconselha fazer uma adequação vocacional.
"Ela é muito importante para quem está começando, pois permite obter um direcionamento de careira. 
Para aqueles que já estão inseridos e não tiveram a oportunidade fazer ou que passaram por grande mudanças, como casamento, nascimento de filhos, entre outras, pode ser uma boa iniciativa realizar uma nova avaliação, visto que as prioridades mudam ao longo dos anos, assim como as pessoas também podem mudar",
analisa.

Planejamento


O especialista explica que quem quer se tornar atraente para o mercado precisa planejar a própria carreira:
"há necessidade de ter clareza em relação aos seus objetivos profissionais. Com vase em seus desejos, estruture o seu currículo e o mantenha sempre atualizado. 
Avalie o que o mercado está priorizando, quais as oportunidades existentes e o que está sendo solicitado. 
Com essas informações, verifique se você está com boa empregabilidade e, caso não esteja, busque a capacitação necessária para tornar-se desejado e, aí sim, terá condições de buscar a oportunidade dos seus sonhos".
A competência profissional também é um importante aspecto para garantir a empregabilidade.
"As empresas buscam sempre resultados. Quem não os entrega, não sobrevive. Por isso, os profissionais devem se manter atualizados em relação às compertências técnicas e comportamentais. 
Por intermédio de estudos, há possibilidade de manter os conhecimentos e habilidades atualizados. Estes, por sua vez, fazem com que o profissional mantenha o nível de competência",
avalia.

Ele recomenda ainda que os profissionais não esperem a chegada do momento de algum tipo de ruptura na empresa em que trabalham.
"Saiam, se necessário, antes que algo ruim ocorra. É sempre bom manter contatos e são eles qeu os ajudarão no futuro. Por fim, se candidatem às vagas e tem entender com o recrutador o que está sendo pedido. Às vezes, pensamos que conhecemos de tudo, mas nada melhor do que falar com um especialista",
diz.

Inspiração é tudo


Se você acha que sua empregabilidade está em risco, busque inspiração para alcançar a oportunidade de seus sonhos. 

Abaixo, veja algumas dicas de como, não só se manter, mas aumentar ainda mais sua chance de recolacação no mercado de trabalho. 
Todas essas dicas foram passadas por especialistas e consultores em RH, que participaram da ministração da live sobre o tema que eu assisti e tomei nota de todo o conteúdo com o qual redigi o texto deste artigo. Não tem nada aqui que seja "achiologia":
  • Entenda que a sua empregabilidade depende de você — o profissional que possui uma clara definição de onde quer chegar e o que precisa ser feito para conquistar os seus objetivos consegue manter a sua empregabilidade em alta.
  • Atualize-se sempre — quem nao se atualiza fica naturalmente para trás. O mundo está em constante transformação. Algumas funções antiga não existem mais e novas estão surgindo. Quem se acomoda pode ficar sem emprego.
  • Esteja atento às mudaças do mercado — em um cada vez mais dependente da tecnologia, os cursos voltados para essa área são os com maior possibilidade de emprego, principalmente porque há muita procura e poucos profissionais capacitados.
  • Tenha cuidado com as promessas de consultorias — muitas vezes, quando busca uma recolocação, o profissional está fragilizado e acaba gastando o que não tem por uma oportunidade. Os golpistas estão de olho e sabem bem como atrair aqueles que estão em busca de uma recolocação no mercado, assediando-os com promessas atraentes, porém impossíveis de serem cumpridas, com o único intuito de lucrarem às custas dessa vulnerabilidade de muitos.
  • Qualifique sua rede contatos — é o chamado networking. Os relacionamentos são extremamente importantes para qualquer profissional. Estar em contato com outras pessoas é fundamental para se manter no mercado ou buscar novas oportunidades ou recolocações.
  • Mantenha seu currículo sempre atualizado — nunca se sabe quando oportunidades de recolocação ou mudança podem surgir e, por isso, é preciso estar preparado. Cadastra-se no LinkedIn e em outras plataformas que auxiliam em seleções para o mercado.

Conclusão

Seguindo essas preciosas dicas e usando o exercício da Fé, não desista.
Dizer que a porta que Deus abre ninguém fecha significa afirmar que ninguém é capaz de impedir o propósito do Senhor. 

Não há um versículo bíblico que registra exatamente essa declaração; mas geralmente ela é extraída do princípio geral das Escrituras acerca da onipotência de Deus.

O Deus Todo-Poderoso governa todas as coisas soberanamente. A providência divina cuida de cada detalhe do Universo de modo a conduzir a História conforme o plano de Deus. Por isso, é uma verdade bíblica afirmar que a porta que Deus abre ninguém fecha.

Sim, a porta que Deus abre ninguém pode fechar, porque nenhum dos planos do Senhor pode ser frustrado (Jó 42:2). Seja isso no nível geral na história da redenção; seja isso no nível pessoal no que diz respeito ao envolvimento direto do Senhor no cuidado da vida daqueles que lhe pertence.


A Deus toda glória.
Fique sempre atualizado! Acompanhe todas as postagens do nosso blog https://conexaogeral2015.blogspot.com.br/. Temos atualização diária dos mais variados assuntos sempre com um comprometimento cristão, porém sem religiosidade.
E nem 1% religioso.
O uso correto da máscara não precisava ser obrigatório, por se tratar de uma proteção individual extensiva ao coletivo. É tudo uma questão não de obrigação, mas de consciência.
Respeite a etiqueta e o distanciamento sociais e evite aglomerações. A pandemia não passou, a guerra não acabou.

sexta-feira, 24 de junho de 2022

DIRETO AO PONTO — VOCÊ É UMA "FAKE PEOPLE"?


  • FAKE (substantivo e adjetivo) (década de 1990) — Falso, falsificado. A palavra tornou-se conhecida quando começou a onda de ataques de ecologistas ao uso de peles de animais para fazer estolas e casacos de peles. De fato, associou-se muito o adjetivo a fur, o que até levou os primeiros usuários brasileiros a acharem que o substantivo se aplicava somente a trajes, porém, o termo se tornou popularmente associado a qualquer coisa que não seja autêntica ou verdadeira (Dicionário de Anglicismos e de Palavras Inglesas Correntes em Português, de Agenor Soares dos Santos — Editora Campus/Elsevier, 2006.).
Você conhece uma fake people ("pessoa falsa", em inglês)? Tomara que você mesmo não seja uma.

Há várias categorias dessa "espécie", cuja disseminação se faz abundante, principalmente — porém, não especificamente — nos ambientes virtuais (o uso absurdo dos famigerados filtros nas fotos que o diga). Cada uma pior do que a outra (para o próprio indivíduo e para os que o cercam).

O mais incrível é que alguns ganham legiões de fãs e/ou seguidores de ambos os sexos (os tais influenciadores digitais não me deixam mentir): mulheres que desejam ser o que as fakes fingem ser ou que desejam ter o que os fakes fingem ter e rapazes que também vislubram mulheres fakes como sendo as ideais ou que querem imitar homens fakes, pois a mídia os coloca como "padrão de nova sensualidade e masculidade" — independemente dos danos de um relacionamento, o envolvimento com pessoas assim.

Pés no chão ou "viagem na maionese", eis a questão


Tudo bem que não precisa ser aquela pessoa "sensível" demais, narcisista ao extremo, que ama se ver em um espelho, vive tirando selfies para seu ídolo (ela mesma), quer sempre se ver e ser visto, mas também não ser aquela pessoa ogra, má educada, que é rude com os outros e acha que regras só se aplicam ao próximo — e não a si.

O parágrafo acima resume bem essa questão. Agora, vejamos quem são essas pessoas.

A imprudente


Pessoas corajosas sempre foram admiradas, mas a linha que serpara coragem de imprudência é bem tênue. 

Enfrentar situações de risco para ajudar alguém ou encarar desafio (útil) tido como impossível são sienais de coragem.

Já dirigir de qualquer forma, muitas vezes alcoolizado (ou drogado), pilotar motos sem capacete "costurando" ou "dando grau", se expôr em situações de perigo só para conseguir "a melhor pose" para ilustrar stories, status ou feeds, se meter em brigas para provar que é macho e outras burrices do tipo não são sinais de coragem, mas de alguém imprudente que confunde ser corajoso com ser irracional.

A riquinha


Vale lembrar daquela figura desprezível que se acha melhor do que os outros porque tem dinheiro. A criatura acha que pode comprar tudo, inclusive a dignidade das pessoas, acredita que o tempo dela vale mais do que o dos outros e crê que merece tratamento diferenciado.
— "Você sabe com quem está falando?"
É um dos mantras repetidos por esse tipo de gente. Tire o dinheiro dessa criatura e sobrará pouca coisa — ou nada.

A pseudochefona


Um "primo" desse tipo de possoa aí é o(a) chefe metido(a) a besta. Ele(a) humilha subalternos, pratica assédio moral e até sexual para se provar "o macho alpha" ou "a femme fatale" (alerta de tribunal surgindo horizonte, merecidamente).

É aquela pessoa digna de dó que luta interiormente com seu complexo de inferioridade disparando um carrão importado — tipo o de uma tal marca que recetemente virou até tema de uma música horrorosa de uma também "dupla sertaneja" mauriçola, tão horrorosa quanto — que fura o sinal ou tratando mal um garçom ou uma faxineira ou qualquer outro tipo de atendente para posar de gostosão/gostosona. Argh!!!

O Don Ruim / a Musa Thriller


Claro, não pode faltar nessa lista o(a) "pegador(a)", infelizmente admirado(a) por homens e mulheres, mesmo que muitos não admitam. 

Esse tipo de pessoa não respeita aliança no dedo (dela e dos outros) e vive dando uma Don Juan ou de musa fitness para manter a fama 
cuidado: os tais sites de namoros são um farto celeiro dessa erva daninha, sempre pronta a dar o golpe no primeiro mal amado que encontrar dando sopa.
Esse tipo aí é o mesmo que dá uma de coitadinho(a) quando fica malfadado(a). Que injustiça, não?

O salvador da pátria


Claro, está na moda quem recebe um cargo de autoridade pública e rouba descaradamente, certo de sua impunidade, para depois também posar de coitadinho injustiçado e criticado. 

Além de uma pessoa assim não ter caráter o bastante para assumir suas falhas — sempre jura, bate o pé, que é inocente, "tadinha" — é outra que ganha uma legião de "fãs" e seguidores que gostam de posar de "gente de bem" ou "revolucionária". Já sabe o resultado, né?

Como ser uma pessoa autêntica em meio a um universo de pessoas fakes

É possível identificar claramente quando encontramos uma pessoa autêntica.

Uma pessoa autêntica é uma pessoa verdadeira. Uma pessoa genuína. Alguém real, sem falsidade e que não tenta ser uma cópia de outra. Uma pessoa que se apresenta como realmente é, sem fingir ser algo que não é apenas para agradar os outros. Reconhece ser uma pessoa única no mundo, confiante em suas habilidades e opiniões e ao mesmo tempo ciente de suas próprias limitações.

Uma pessoa autêntica é encantadora para muitos. Possuem características que os fazem únicos. São pessoas de personalidade marcante. Pessoas que não ficam no meio, em cima do muro. Provavelmente você gosta muito ou detesta cada um deles pois deixam claro o que são e como pensam. E como se abrem, fica fácil para as pessoas se identificarem com elas ou discordarem do seu jeito de ser.

Veja a seguir 7 dicas de como ser uma pessoa autêntica.


1 – Mostre o que você realmente é, sem fingimentos  — Em busca de aceitação (ou temendo o tal do cancelamento), muitas pessoas fingem ser o que não são. Pessoas autênticas não são assim. Não fingem ser melhores, mais talentosas, saber mais ou gostar de algo que não gostam em busca de aprovação. Preferem ser como são.

Pessoas autênticas são do seu jeito e gostam de ser assim. Não estão preocupadas se tem gente que não gosta de como são. Não estão buscando aceitação. Preferem ser o que são e se sentir bem com isso.

Quem não gostar e não se identificar não precisa ficar por perto. Preferem o conforto e liberdade de viver o que são do que a falsidade de ser algo que não são. Sabem que viver para agradar os outros deixa-os desconectados da sua essência.

Sabem que não vale a pena tentar agradar a todos e nem deveríamos tentar. Sempre haverá quem não gosta de nós. Melhor ser o que somos e atrair as pessoas que se identificam com a nossa forma de ser, pensar e agir.

2 – Expresse o que você realmente pensa — Pessoas autênticas levantam e colocam sua voz pra fora. Preferem dizer o que pensam em vez de buscar dizer algo que será aceito. Enquanto algumas pessoas falam quase que pedindo desculpas pelo que estão dizendo, pessoas autênticas dizem o que pensam com confiança e segurança. Mesmo que isso não seja o que os outros querem ouvir.

Fazem o que acham que devem fazer. Agem de acordo com a sua voz interior mesmo quando não há aprovação externa. Acreditam que é mais importante se manter fiel ao seu jeito de ser do que se importar com a opinião alheia. Pessoas autênticas preferem agir com a verdade mesmo que isso possa doer. Sabem que ser verdadeiro é o que é mais importante.

3 – Exponha o que está sentindo sem medo de rejeição — Pessoas autênticas expõem o que sentem sem medo da opinião ou rejeição dos outros. Se gostam de alguma coisa falam, se não gostam dizem que não gostam sem medo. Expressam seus sentimentos com honestidade e sinceridade. Isso ajuda que outras pessoas conheçam quem realmente são.

4 – Ouça sua intuição na hora de tomar uma decisão — Muita gente é altamente influenciável. Fazem o que outros dizem mesmo quando acham que isso não faz sentido.

Pessoas autênticas ouvem as opiniões dos outros, mas sabem que a decisão final está consigo mesma. Nesse momento fazem a devida avaliação e ouvem o que sua própria intuição está dizendo para então tomar uma decisão. Apenas seguem conselhos que se sentem confortáveis e acreditam ser os certos e não só porque alguma outra pessoa disse que era o que deveria ser feito.

Pessoas autênticas não tomam a opinião de outro logo de cara como sendo o caminho adequado. Ouvem, mas depois avaliam e tomam a sua própria decisão considerando sua própria análise e o que diz sua intuição. E se o que decidirem tiver que ser diferente das opiniões recebidas, que seja. Preferem se manter verdadeiros ao que realmente pensam do que se deixar levar por algo em que não acreditam apenas em busca de aceitação. Ser verdadeiro é ser autêntico.

Uma pessoa autêntica não está em busca de aceitação. Ela busca ser verdadeira consiga mesma e com os seus próprios sentimentos e emoções.

5 – Desenvolva convicção e autoconfiança no seu jeito de ser — Pessoas autênticas falam com confiança e segura de si. Apresentam sua opinião sem medo de rejeição, embora saibam que muitas vezes ela irá ocorrer. Então usam a rejeição como forma de evoluir o seu próprio pensamento mas sempre mantendo-se fiel a ele.

Ao exercitar ser o que você realmente é, com o tempo você irá desenvolver um estilo convicto e autoconfiante oferecendo uma liderança autêntica às pessoas a sua volta.

6 – Lembre-se que agradar os outros não é a prioridade — Pessoas autênticas não buscam validação das outras pessoas. Preferem ser verdadeiras consigo mesmas. Mesmo que o que pensam e falam não seja popular e possa ser rejeitado por muitos.

Pessoas autênticas estão confortáveis e seguras com o seu jeito de ser. Andam de cabeça erguida por terem confiança em si mesmos e no seu próprio valor. Não se trata de serem perfeitos, mas de aceitar suas próprias imperfeições. Não precisam que outros fiquem dizendo o quão importantes que são.

7 – Evite comparações com outras pessoas — Somos todos pessoas diferentes. Cada um com as suas aspirações, habilidades e características. Pessoas autênticas entendem isso e sabem que cada um tem a sua jornada e os seus resultados. Comparam-se a si mesmo e a sua própria evolução.

Conclusão


Foram descrito acima alguns tipos de pessoas falsas que assolam o País e o mundo com sua presença. 

Vale refletir se você não dando trela demais para esse tipo de gente ou, pior, a caminho de ser uma delas.

Uma pessoa autêntica age de forma consistente com as suas crenças. É muito mais genuína e honesta sobre o que realmente é e o que realmente pensa. Ser autêntico e verdadeiro é uma qualidade importante. Nos liberta para sermos o que realmente somos.

A Deus toda glória.
Fique sempre atualizado! Acompanhe todas as postagens do nosso blog https://conexaogeral2015.blogspot.com.br/. Temos atualização diária dos mais variados assuntos sempre com um comprometimento cristão, porém sem religiosidade.
E nem 1% religioso.
O uso correto da máscara não precisava ser obrigatório, por se tratar de uma proteção individual extensiva ao coletivo. É tudo uma questão não de obrigação, mas de consciência.
Respeite a etiqueta e o distanciamento sociais e evite aglomerações. A pandemia não passou, a guerra não acabou.